sexta-feira, 16 de abril de 2010

A Bunda Dura

Tenho horror a mulher perfeitinha. Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento dentário?
E, só pra piorar, tem a bunda dura!!!
Pois então, mulheres assim são um porre.
Pior: são brochantes. Sou louco?
Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?
a) Escova toda manhã:
A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão “Alisabel”, que é legal…
Burra.
b) Na moda:
Estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS! O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar desarrumada nem enquanto estiver transando. É capaz até de fazer pose em busca do melhor ângulo perante o espelho do quarto…
Credo.
c) Sorriso incessante:
Ela mora na vila dos Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipático com orgulho, só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa…
Coitada.
d) Bunda dura:
As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão. Bebida dá barriga e ela tem H-O-R-R-O-R a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho com você.
Cerveja?
Esquece!
Melhor convidar o Jorjão…
Pois é, ela é um tesão. Mas não curte sexo porque desglamouriza, se veste feito um manequim de vitrine do Iguatemi, acha inadmissível você apalpar a bunda dela em público, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a seqüência de bíceps e tríceps.
Que beleza de mulher.
E você reparou naquela bunda?
Meu… Deus!!!
Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa… Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira de bebedeira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas adora sexo. Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a ser um problema). Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade. Nem pra dela, nem pra sua!
E tem outra …. mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!!!!!!!

(Arnaldo Jabor)

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Veríssimo disse tudo!!

“Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca…
Te chama de nomes que eu não escreveria…
Não te vira com delicadeza…
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar….
Sem querer apresentar pra mãe…
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral…
Te amolece o gingado…
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
“Que que cê acha amor?”.
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho…
É não ter alguém para ouvir seus dengos…
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar
Experimente ser amado…”

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Dar ou não dar (de primeira), eis a questão!


Eu estou na seca.

Eu conheço um cara legal.

Dou mole pro cara legal.

Cara legal passa a vara.

Tchau, nos falamos outro dia.

Claro, às vezes é simples desse jeito. Geralmente é simples assim quando o cara não é tão interessante e a gente só quer dar umazinha, virar pro lado e dormir. Mas, às vezes, o cara legal é muito legal. Às vezes o cara legal tem aquela pegada. Às vezes a gente pensa “pôxa, mas eu queria sair com esse cara de novo”. E é exatamente nessa situação, quando a gente mais gostou de um cara, que não podemos simplesmente dar umazinha.

É lógico, meu caro. Você precisa de uns anos na estrada das trompas de falópio pra conseguir entender essa lógica ilógica:

1- Eu gostei do cara
2- Eu quero dar pro cara
3- Mas ele é gente boa, quero sair com ele de novo
4- Se eu der hoje, agora, de primeira, tem 70% de chance desse cara nunca mais me ligar na vida
5- Logo, quando eu mais quero dar, eu não posso dar
6- E se eu não der agora e ainda assim ele nunca mais me ligar? Eu vou ter desperdiçado uma boa oportunidade
7- E se eu der e ele achar que sou uma vadia e nunca mais me ligar?
8- Acho que não vou dar!
9- Não, foda-se. Tô na seca, vou dar, sim!
10- Mas ele é gente boa, eu vou querer sair com ele de novo...
11- Só que se eu der hoje, agora, de primeira, tem 70% de chance desse cara nunca mais me ligar na vida
12- Logo, quando eu mais quero d… AH, FODA-SE. Me come aê, campeão.

Sacaram a lógica?
É difícil de entender porque pra você, portador de um sortudo XY, é simples:

1- Comi.
2- Se eu gostei, eu ligo. Se eu não gostei, não ligo.

C’est fini!
Eu sinto tanto ódio da simplicidade de vocês que minha vontade é deletar essa porcaria de rascunho e ir implorar pra Deus me fazer homem na próxima encarnação.

Infelizmente, se você quiser algo mais sério não rola dar de primeira. Tem que fazer um doce mesmo. Por mais que eu seja liberal e apóie com todas as minhas forças o sexo casual, não adianta: se você quiser qualquer coisa mais consistente que sexo com um cara, você não pode dar no primeiro encontro. SAD BUT TRUE.
Eu não sei exatamente porque os homens se comportam assim, só sei que é assim que funciona. Se a gente abre as pernocas de primeira, dificilmente acontece mais alguma coisa com o cara em questão. Alguns devem pensar “ih, essa aí é fácil demais. Vou comer e já era, ela deve mesmo dar pra todo mundo”, outros devem pensar “bom, se ela já deu, talvez era só isso mesmo que queria. Nem vou ligar depois” e uma outra parcela deve pensar alguma outra coisa.

Nas poucas vezes que conheci um cara legal e rolou fácil, me arrependi. Não pelo ato em si, mas por ficar remoendo que, se tivesse segurado um pouco mais a barra, talvez tivesse conseguido um rolo legal, e não apenas um sexinho esporádico com um cara bacana. Rapazes bacanas e charmosos são artigo de luxo hoje em dia, não custa nada segurar a perseguida em prol de uma boa imagem perante o moço.

Em suma, posso sintetizar minha opinião da seguinte maneira: se o cara é legal mas você não tá afim de rolo nem nada, só sexo mesmo, dá pra liberar a… “amiguinha” sem traumas. Se o cara é legal e vale a pena investir num rolo mais duradouro… segura a periquita aí, amiga. O próprio termo “sexo casual” já implica em descompromisso e na falta de apegos depois. Afinal, casual é casual, porra. Emocionalmente não traz grandes ganhos, mas serve bem pr’aqueles dias de tédio ou seca.
E quanto a você, que fez tudo direitinho e mesmo assim a moça não liberou, talvez ela tenha realmente gostado de você e está esperando o fermento inchar antes de botar a mão na massa. Daí só resta a você esperar um pouco mais pra colocar sua baguete dentro do forno.

Mas pode ser também que ela tenha te achado um palerma ridículo e nunca mais queira te ver.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Quando acaba o álcool... a maldita melancolia!



Tive que arranjar alguém pra ficar comigo nos dias ruins de chuva, enquanto teus castelos de areia me cortavam a carne feito faca sem fio. Não recebeu o recado? Dizia mais ou menos assim: “avisa ele que viver feliz significa se entregar, mesmo sendo assim tão difícil. Tudo tem seu preço, afinal. E amar não é diferente”.
Mas é isso. Só precisava de uns beijos de namorado, alguém que tivesse força pra atenuar meu vício de café, de cigarro, de ouvir 17 vezes por dia “Alive” do Pearl Jam escorada na janela do quarto. Eu gosto do estrago, da tragédia, do perigo. E, aparentemente, o que ele tem feito de melhor é livrar-me de péssimos hábitos, inclusive o de te amar. Veja só que alma caridosa e reconfortante o acaso me atirou na porta, pertinentemente como jornal.
Nem sei mais se preciso te evitar ou da tua boca. Se teve graça um dia, perdeu.
Inventei um amor pra me entreter em dias de chuva. Um daqueles que se der na telha, amanhã de manhã, na anunciação da primavera ou no solstício de verão eu acabo ele, me finjo chateada em respeito póstumo por uns dois dias e depois aproveito a vida. Sem crises de abstinência, sem programação de tantos passos, sem só-por-hoje. Ele sim é como café, que na verdade não é vício, é costume. Vício é você, que sente-se em casa em minhas artérias, amigo intimo de meus glóbulos brancos.
Eu sei, lembro todas as vezes que fui te incomodar atrás de migalhas, telefonando compulsivamente pro teu celular do corredor do teu prédio, mas não confesso a porta aberta. Se for pra ficar contigo, que seja sem correr riscos de você evaporar subitamente a fim de certificar se há mulheres melhores à toa na vida, esperando você passar. Você já não é mais tudo que eu quero. Quero agora o que preciso.
Posso listar as qualidades que o fazem melhor que você em ordem alfabética, de trás pra frente, em braile e até em esperanto, se quiser. Convenhamos, não é difícil, mas vamos lá, vou citar dez como tiragosto, também não quero te humilhar: 10. Sabe o caminho de casa; 9. É tão amável que me inspira cantarolar “Love Street” dos Doors; 8. Se vê-lo na rua de madrugada é porque está sonâmbulo; 7. Não troca a noite pelo dia; 6. Não tem problemas com a mãe; 5. Me deixa dormir de madrugada; 4. Não vive querendo se matar; 3. Não fica batendo na minha janela; 2. Não odeia meus amigos; 1. Não faz tantas perguntas.
Defeitos, daqueles insuportáveis mesmo, só três: não vicia, não dá rock, não é você.
Mas a gente se adapta, acho.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Homem Dvd - O retorno

Eu devo ter puxado as barbas e os cabelos de Cristo, só pode...
Depois de esculachar geral com o tal homem dvd... o bendito me aparece hoje!

(23:09) w diz: oi , delícia!
(23:09) Lu' ciana: oi
(23:11) w diz: td bem contigo?
(23:12) Lu' ciana: td sim e com vc?
(23:12) w diz: tb to bem
(23:12) w diz: bom flar c ti
(23:16) w diz: adorei vc da última vez
(23:18) w diz: humm, quero mais


depois de quase meia hora lá vem ele de novo...


(23:43) w diz: que ta fazendo, quer assistir um filme?


Acho que nem preciso postar aki a minha resposta!

Chega de trailerzinho amigo!
Quando vc for capaz de produzir um longa... me chama pra estréia!

Um breve estudo sobre a feiúra

Vai dizer que você não conhece uma gostosa que é tão escrota, mas TÃO escrota que nem aventura de uma noite você topava? É o mesmo de uma menina gente boa que é feia, mas TÃO feia que não dá pra passar a noite.
Na minha concepção de mulher, um cara gato, mas escroto é quase o equivalente a um feio gente boa, com a diferença de que o feio gente boa, com um pouco de lábia, tem chance. Já cara escroto -pelo menos comigo- não tem vez.
Homem bonito, assim como mulher bonita, tem AOS MONTES no mundo. Agora, uma pessoa com uma personalidade que te impressione… dá prá contar nos dedos, né?
Por isso, posso afirmar que um bonitinho muito escroto é equivalente a um feinho, e um feinho muito gente boa é equivalente a um bonitinho. Ou não. Sei lá, minha mãe vive me dizendo que eu só me enrolo com cara feio. Pensando bem, acho que não sou a melhor pessoa pra falar sobre a boniteza alheia.
Beleza é tão relativa -mas TÃO relativa- que as pessoas apaixonadas não enxergam quão feios seus cônjuges são. Tenho amigas muito bonitas que chegam suspirando, dizendo “tô namorando um cara liiiindo”, e quando conheço a criatura, chego a ter sobressaltos de medo. Normalmente esses “caras liiiindos” são uma mistura de alien com o Leonardo. O sertanejo, não o DiCaprio. Mas, hey, elas estão apaixonadas e felizes, então nothing else matters. Eu ainda sou gente boa o suficiente pra dar um sorriso amarelo é dizer “é, amiga… MANDOU BEM”. Sobre não reconhecer a não-beleza de seu ser amado, com homens a situação é a mesma.
Estou querendo chegar no seguinte ponto: pessoas não são pedaços de carne pendurados num gancho de açougue, esperando serem escolhidas por sua suculência. Pessoas são um conjunto único, que pode ou não se tornar atraente pra você, dependendo muito das suas prioridades, valores e gosto pessoal.

Ta aí de novo: beleza e feiúra são relativos.


Sempre tem uma chinela velha disposta a calçar esse seu pé cansado e cheio de calos!

Mulher interesseira, que só se relaciona com um cara por causa do dinheiro, toma no cu tanto quanto um homem fútil, que só se relaciona com uma guria porque ela é gostosa. É como você comprar uma Itaipava só porque a latinha tem peitos durinhos. Numa balada a beleza é fundamental, assim como a embalagem atraente é fundamental na hora de você se decidir numa compra. Na convivência diária, beleza não conta tanto, já que sabemos que você não vai comprar de novo a Itaipava da latinha com peitos, sabendo que existem tantas outras cervejas boas. Putz, eu realmente visualizei uma cerveja cuja latinha tenha o formato de uma mulher com peitos bem grandes. Vou patentear a idéia e lançar. Peitos, cerveja… enfim, divago machamente. Acho que preciso parar de conversar com tantos meninos.
Mas queremos saber como as “Feias Gente Boa” podem se salvar do limbo e da danação eterna de nunca pegar ninguém.

Vamos partir da seguinte premissa:

Não existe mulher feia, e sim mulher mal arrumada.

Britney nos seus piores dias.

Caso você, seja abençoada com o espírito de uma amazona, o carisma de um hobbit, a coragem de William Wallace, mas a beleza de um urubu-rei, não se desespere: nem tudo está perdido. Existem características que você pode desenvolver para disfarçar a feiúra, e passar de “volta pro inferno, ô trem feio” a “bonita não é, mas dá pro gasto”. E como já sabemos que beleza é relativa, bem… assim fica mais fácil de encontrar um sapo pra você beijar, né? Afinal, se você se acha uma Feia Gente Boa, a parte mais difícil -ser gente boa- você já tem. Agora, é só arrumar essa carcaça meia-boca aí.
Ainda assim, se você é um filhote de cruz-credo do avesso e mesmo assim se sente bem, MEUS PARABÉNS, você possui um espírito mais elevado que o meu. Se bem que eu duvido muito… mulheres SEMPRE se acham feias, SEMPRE vêem um defeito ou outro.
Mas enfim, como já dizia DEUS: Emperiquetai-vos e procriai-vos. Se não foi exatamente isso, foi algo bem parecido.

domingo, 25 de outubro de 2009

Mulher Al Sugo




Que a imensa maioria das mulheres tem TPM, todo homem sabe. Que a gente fica sensível, ou muito brava, nervosa à toa, com dores de cabeça, ou ainda tudo isso junto, também não é novidade para eles. Sempre ouvimos de companheiros, amigos, irmãos, colegas de trabalho reclamações e piadinhas sobre a TPM. Que ela destrói casamentos, provoca brigas com pais ou com filhos, atrapalha o ambiente de trabalho, interfere na vida de todos, enfim.
O que eu duvido é que esses homens com quem convivemos saibam o que acontece nos outros dias do mês. Após a TPM tem a TDM (a tensão do “durante”), também conhecida como “naqueles dias”, “alerta vermelho” e outras expressões desagradáveis. Mas, e depois?
Bem, para quem não sabe, a maioria das mulheres começa a sentir um tesão crescente quando a menstruação termina. Não significa que ela não sinta desejo na TPM ou na TDM (e se ela já estava a fim nesses períodos, meu amigo, você tá perdendo tempo). Mas, depois do fim da menstruação, a mulher vai sentindo cada vez mais tesão, atingindo seu ápice cerca de uma semana depois que o sangramento acaba.
É claro que eu falo por experiência própria, mas há diversas pesquisas que comprovam essa teoria. Para os cientistas, a explicação é simples: esse é o período em que a mulher começa a ovular. O aumento do desejo sexual seria uma artimanha da natureza – ou de Deus – para garantir a procriação e a perpetuação da espécie, pois os casais teriam mais relações sexuais em um período propício para a fecundação.
Minha explicação é diferente. Começa com as mulheres que têm o azar de ter, como parceiros, homens que não transam quando elas estão menstruadas. Têm nojo. Perdem o tesão. Ou acham que suas mulheres é que têm nojo ou perdem o tesão. O que, em alguns casos, é até verdade – mas, juro, trata-se de uma minoria. E, como descartam a possibilidade de penetração, esquecem também que temos peitos que podem ser chupados, bundas pra serem apalpadas, costas que pedem uns arranhões. Com isso, durante a menstruação, muitas mulheres ficam sem transar. Os dias vão passando e nada! Nem mesmo uns amassos de “bom dia” na cama pela manhã. Ou uma rapidinha durante o banho.
Depois de tantos dias na seca, a mulher finalmente se livra do absorvente. Aí, o cara volta a se interessar. A essa altura, a mulher já tá subindo pelas paredes. E, pra tirar o atraso, ataca seu homem – no mínimo, ele; mas, se algum outro passar por perto, eu não me responsabilizo.