segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Um breve estudo sobre a feiúra

Vai dizer que você não conhece uma gostosa que é tão escrota, mas TÃO escrota que nem aventura de uma noite você topava? É o mesmo de uma menina gente boa que é feia, mas TÃO feia que não dá pra passar a noite.
Na minha concepção de mulher, um cara gato, mas escroto é quase o equivalente a um feio gente boa, com a diferença de que o feio gente boa, com um pouco de lábia, tem chance. Já cara escroto -pelo menos comigo- não tem vez.
Homem bonito, assim como mulher bonita, tem AOS MONTES no mundo. Agora, uma pessoa com uma personalidade que te impressione… dá prá contar nos dedos, né?
Por isso, posso afirmar que um bonitinho muito escroto é equivalente a um feinho, e um feinho muito gente boa é equivalente a um bonitinho. Ou não. Sei lá, minha mãe vive me dizendo que eu só me enrolo com cara feio. Pensando bem, acho que não sou a melhor pessoa pra falar sobre a boniteza alheia.
Beleza é tão relativa -mas TÃO relativa- que as pessoas apaixonadas não enxergam quão feios seus cônjuges são. Tenho amigas muito bonitas que chegam suspirando, dizendo “tô namorando um cara liiiindo”, e quando conheço a criatura, chego a ter sobressaltos de medo. Normalmente esses “caras liiiindos” são uma mistura de alien com o Leonardo. O sertanejo, não o DiCaprio. Mas, hey, elas estão apaixonadas e felizes, então nothing else matters. Eu ainda sou gente boa o suficiente pra dar um sorriso amarelo é dizer “é, amiga… MANDOU BEM”. Sobre não reconhecer a não-beleza de seu ser amado, com homens a situação é a mesma.
Estou querendo chegar no seguinte ponto: pessoas não são pedaços de carne pendurados num gancho de açougue, esperando serem escolhidas por sua suculência. Pessoas são um conjunto único, que pode ou não se tornar atraente pra você, dependendo muito das suas prioridades, valores e gosto pessoal.

Ta aí de novo: beleza e feiúra são relativos.


Sempre tem uma chinela velha disposta a calçar esse seu pé cansado e cheio de calos!

Mulher interesseira, que só se relaciona com um cara por causa do dinheiro, toma no cu tanto quanto um homem fútil, que só se relaciona com uma guria porque ela é gostosa. É como você comprar uma Itaipava só porque a latinha tem peitos durinhos. Numa balada a beleza é fundamental, assim como a embalagem atraente é fundamental na hora de você se decidir numa compra. Na convivência diária, beleza não conta tanto, já que sabemos que você não vai comprar de novo a Itaipava da latinha com peitos, sabendo que existem tantas outras cervejas boas. Putz, eu realmente visualizei uma cerveja cuja latinha tenha o formato de uma mulher com peitos bem grandes. Vou patentear a idéia e lançar. Peitos, cerveja… enfim, divago machamente. Acho que preciso parar de conversar com tantos meninos.
Mas queremos saber como as “Feias Gente Boa” podem se salvar do limbo e da danação eterna de nunca pegar ninguém.

Vamos partir da seguinte premissa:

Não existe mulher feia, e sim mulher mal arrumada.

Britney nos seus piores dias.

Caso você, seja abençoada com o espírito de uma amazona, o carisma de um hobbit, a coragem de William Wallace, mas a beleza de um urubu-rei, não se desespere: nem tudo está perdido. Existem características que você pode desenvolver para disfarçar a feiúra, e passar de “volta pro inferno, ô trem feio” a “bonita não é, mas dá pro gasto”. E como já sabemos que beleza é relativa, bem… assim fica mais fácil de encontrar um sapo pra você beijar, né? Afinal, se você se acha uma Feia Gente Boa, a parte mais difícil -ser gente boa- você já tem. Agora, é só arrumar essa carcaça meia-boca aí.
Ainda assim, se você é um filhote de cruz-credo do avesso e mesmo assim se sente bem, MEUS PARABÉNS, você possui um espírito mais elevado que o meu. Se bem que eu duvido muito… mulheres SEMPRE se acham feias, SEMPRE vêem um defeito ou outro.
Mas enfim, como já dizia DEUS: Emperiquetai-vos e procriai-vos. Se não foi exatamente isso, foi algo bem parecido.

Nenhum comentário:

Postar um comentário